• A ilusão americana

Com o advento da República no Brasil consolidou-se a posição do Estados Unidos como nação hegemônica nas nossas relações comerciais, posição que anteriormente era ocupada pela Inglaterra. A mudança no sistema de governo era fundamental para que possa, a nação brasileira, integrar-se ao novo contexto da Américas.

No Brasil a resistência à república apoiou-se em obras de intelectuais que abertamente posicionaram-se contra a influência dos Estados Unidos, e um desses intelectuais foi Eduardo Prado. Em sua obra A Ilusão Americana, podemos compreender o seu forte desejo de independência; o autor nos apresenta vários exemplos de como os políticos americanos não estavam bem intencionados em relação ao Brasil e as demais nações latino-americanas. Demoraram a reconhecer a independência brasileira, beneficiaram-se de conflitos regionais, multaram nações que não se submetiam aos seus propósitos, anexaram territórios de seu vizinho o México e em várias ocasiões demonstraram um sentimento de superioridade para com todas as nações do continente.

Eduardo Prado com seu livro buscou abrir os olhos daqueles que viam os Estados Unidos como um modelo a ser perseguido. Para Eduardo Prado os Estados Unidos comportavam-se como metrópole e viam as nações latino-americanas e conseqüente formação de um mercado consumidor eram considerações impensáveis.

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Autor Prado Eduardo
Editora Editora Alfa Omega
Idioma PORTUGUES
Encadernação BROCHURA
Páginas 136
Ano de edição 2001

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A ilusão americana